É normal as pessoas compararem situações da vida.
Empregos antigos com os novos, anos acadêmicos e relacionamentos.
Eu tenho uns insights, não sei. Sempre consigo enxergar coisas que não existem, ou querer ver algo, como dizem, “achar pêlo em ovo”.
Conversando recentemente, eu ouvi, ou foi essa a interpretação, de que se as pessoas agissem como eu ajo, todos seriam felizes.
Não sei que catzo eu viajo tanto, apenas acho que devíamos ter mais consideração pelos outros.
E a cada vez que algo acontece, eu penso nos últimos. Rolos, namoros e coisas do gênero. E me incomodo pois a impressão de que tenho é que o problema pras coisas darem certo é comigo. Não raro sei que as pessoas que passaram pela minha vida são ou estão felizes “sem-migo”… eu ainda não consigo ser tão egoísta como deveria, apesar do meu coração de pedra, estou aqui, tentando compreender as coisas que me incomodam, e não consigo ser tão malvado.
Num dos discos da Joss Stone, existe uma introdução do ator britânico Vinnie Jones, que acho que se aplica para o que eu sinto:
“Change (Vinnie Jones Intro) - Joss Stone
You see I know change
I see change
I embody change
All we do is change
Yeah, I know change
We are born to change
We sometimes regard it as a metaphor
That reflects the way things ought to be
In fact change takes time
It exceeds all expectations
It requires both now and then
See although the players change
The song remains the same
And the truth is
You gotta have the balls to change”
pH = 9,0
